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Venda de sentença, assassinatos e delações: uma bomba por explodir no coração do Judiciário de MT”

Dias de pânico rondam os corredores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, do Ministério Público e de escritórios de advocacia graúdos. Em Brasília, a movimentação é intensa: especula-se nos bastidores que o ex-desembargador João Ferreira e o lobista Andreson — preso por venda de sentença — já teriam firmado delações explosivas, embora nada ainda seja oficial. No entanto, os assassinatos dos advogados Renato Nery e Zampieri jogaram gasolina no incêndio: investigações avançam e atingem uma teia que envolve advogados, magistrados de primeira e segunda instância e, ao menos, quatro membros do Ministério Público. No STJ, cresce a apreensão: fala-se abertamente que uma hecatombe de proporções inéditas em Mato Grosso é questão de tempo.

O clima é de puro terror entre os envolvidos. A pergunta que corre entre os mais espertos já não é mais se virão operações, mas quantas e quando. E há quem diga que estamos na véspera da primeira bomba: os crimes de corrupção e as execuções de advogados seriam apenas a ponta do iceberg de um esquema bilionário envolvendo venda de decisões judiciais, tráfico de influência e blindagens forjadas em gabinetes de alto escalão. Preparem-se: em breve, muitas togas e ternos caros vão desfilar no noticiário policial.

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