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Embates em MT: Daniel Monteiro subestima trajetória de Wellington Fagundes ao focar em revés local

Em recente entrevista, o vereador cuiabano Daniel Monteiro (Republicanos), entusiasta da pré-candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo de Mato Grosso, desferiu críticas ácidas e, para muitos analistas, desproporcionais à carreira do senador Wellington Fagundes (PL). Ao tentar elevar o histórico de Pivetta como gestor em Lucas do Rio Verde, o parlamentar — que cumpre apenas seu primeiro mandato e ainda não completou dois anos de experiência no Legislativo — optou por uma retórica reducionista, focando em uma derrota pontual de Fagundes para a prefeitura de Rondonópolis. A postura ignora a complexidade da política estadual, onde o próprio Pivetta já enfrentou reveses eleitorais, e tenta apagar o peso de um currículo que soma seis mandatos como deputado federal e dois como senador, feitos raros na história política mato-grossense.
A análise do vereador foi classificada como atabalhoada por subestimar a relevância nacional de Wellington, único político do estado a conquistar a reeleição ao Senado em pleito de vaga única. Ao rotular como “sorte” a convergência partidária de Fagundes com o clã Bolsonaro e questionar entregas legislativas de décadas, Monteiro parece ignorar a musculatura política necessária para se manter no topo das votações por mais de 30 anos. Para um parlamentar em início de carreira, o tom apaixonado e a desqualificação de um currículo inconteste podem soar como falta de prudência analítica, especialmente ao tentar estabelecer métricas de gestão que desconsideram a influência e a estabilidade que Wellington construiu no Congresso Nacional em prol de Mato Grosso.

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