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Senadores tentam humilhar, mas Marina Silva se agiganta: viva a mulher que não se curva!

Ontem assisti, com pesar, à tentativa covarde de desmoralizar uma das maiores figuras políticas e humanas que este país já conheceu: a ministra Marina Silva. A cena no Senado foi uma armadilha orquestrada por parlamentares — de governo e de oposição — que se uniram não para debater ideias, mas para atacar, humilhar e tentar calar uma mulher que representa a dignidade, a resistência e a esperança do povo brasileiro. Marina, forjada na fome, na dor e na luta, não se intimida diante de brutamontes engravatados. Ela é maior do que todos os seus algozes juntos. Ontem, mais do que nunca, ficou claro que há quem se incomode com a integridade.

Senti vergonha do Senado e orgulho da Marina. Orgulho dessa mulher que não se molda ao jogo sujo, que não negocia princípios para agradar vaidades parlamentares. Quando um senador diz a ela “ponha-se no seu lugar”, talvez devesse primeiro conhecer sua história: filha de seringueiros, criada na pobreza, que um dia acreditou que seus pais não estavam com fome só para descobrir que eles não comiam há dias. Marina está, sim, no seu lugar — no lugar de honra reservado àqueles que nunca traíram a si mesmos. Viva Marina Silva. E que o Brasil jamais se cale diante dos que tentam sufocar sua voz.

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