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Operação Emenda Oculta: 4 deputados destinaram R$ 6,2 milhões a instituto

MontagemHipernotícias

Fonte Diario de Cuiabá

Epicentro de um escândalo que envolve a Câmara de Cuiabá e a Assembleia Legislativa, o Instituto Social Mato-grossense (Ismat) recebeu, em 2025, R$ 6,2 milhões em emendas parlamentares.

O caso veio à tona em meio a investigação do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), do MPMT, no contexto da Operação Emenda Oculta, deflagrada na quinta (30).

A ação policial mirou diretamente o deputado Elizeu Nascimento (Novo) e seu irmão, o vereador cuiabano Cezinha Nascimento (União), acusados de desviar emendas parlamentares.

Entre os deputados que destinaram recursos ao Ismat estão Gilberto Cattani (PL), Dr. Eugênio (PSB) e Diego Guimarães (Republicanos).

Do total empenhado, ao menos R$ 2,8 milhões já foram efetivamente pagos, referentes a duas emendas de Elizeu, conforme levantamento do site Hipernotícias junto ao Portal da Transparência do Governo de Mato Grosso.

suspeita é de que o Ismat tenha sido utilizado como intermediário para o desvio de recursos públicos, por meio de emendas parlamentares.

O trabalho do Naco é um desdobramento da Operação Gorjeta, que, em 27 de janeiro deste ano, levou ao afastamento do vereador Chico 2000 (PL) da Câmara de Cuiabá.

Em 2025, Elizeu Nascimento destinou ao menos R$ 2,8 milhões, pagos diretamente ao instituto, além de outros valores inicialmente empenhados que passaram por cancelamento e reprocessamento.

Cattani mandou R$ 300 mil para um projeto de formação; Dr. Eugênio e Diego Guimarães miraram ações esportivas, culturais e educacionais. Os dois mandaram R$ 940 mil e R$ 2,14 milhões

Cattani, Dr. Eugênio e Guimarães não são alvos da operação do Naco. 

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