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Mauro Mendes terceiriza seus erros de novo e culpa servidores por fraude dos consignados

Em mais um episódio de fuga de responsabilidade, o governador Mauro Mendes (União Brasil) se eximiu da culpa pelas fraudes bilionárias nos empréstimos consignados que atingiram milhares de servidores públicos estaduais e tentou atribuir o escândalo aos próprios trabalhadores e aos bancos. Em entrevista recente, Mendes afirmou que o Estado não tem responsabilidade sobre os casos já confirmados pela Polícia Civil, ignorando que foi seu próprio governo quem desestruturou os mecanismos de controle interno que antes protegiam os servidores de abusos.

Até sua gestão, a Secretaria de Planejamento tinha a prerrogativa de verificar cada contrato de consignado antes de autorizar o desconto na folha. Mauro Mendes, por decreto, acabou com esse controle, abrindo caminho para a farra das fraudes. Agora, diante do colapso e da pressão, o governador joga nas costas das vítimas a culpa pelos erros administrativos que ele mesmo institucionalizou. A terceirização da culpa virou marca registrada do governo Mauro Mendes: quando o problema explode, o responsável nunca é ele — sempre é alguém abaixo.

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