Taques não poupou críticas ao Parque Novo Mato Grosso, que chamou de “obra faraônica de R$ 2 bilhões feita para poucos e sem fiscalização”. O ex-governador lembrou que a arquibancada caiu na inauguração, questionou quem vendeu o mármore e o gramado, e cobrou explicações sobre alvarás e autorizações do Corpo de Bombeiros. Segundo ele, o governo transformou o Estado em “monarquia”, onde grandes obras servem à elite enquanto a população sofre com segurança e saúde abandonadas. 
Ele afirmou ser favorável a um parque de grande porte — mas somente quando Mato Grosso resolver problemas básicos como violência, desigualdade, abandono escolar e falta de delegacias. “O pobre e o rico têm direito ao lazer. Mas hoje, o cidadão de Confresa, de Poconé, de Barra do Garças, não entra nesse parque. Isso aqui virou um Egito moderno: faraó faz pirâmide com dinheiro do povo”, ironizou.


