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Escândalo de suposta propina de aliado em MT pode levar Zema a pedir expulsão de deputado para salvar candidatura presidencial

A recente “Operação Emenda Oculta”, que flagrou o deputado estadual Elizeu Nascimento com R$ 150 mil em espécie em sua residência, criou uma crise ética sem precedentes dentro do Partido Novo. O parlamentar, que migrou do PL para o Novo no início de 2026, é agora acusado de integrar um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares através de institutos de fachada. Para o ex-governador de Minas Gerais e presidenciável Romeu Zema, a permanência de um aliado envolvido em denúncias de “dinheiro vivo” e corrupção fere o pilar de honestidade do partido, podendo motivar um pedido imediato de desfiliação ou expulsão para evitar que o escândalo contamine sua projeção nacional. 
O suposto esquema investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pelo NACO aponta que Elizeu e seu irmão, o vereador Cezinha Nascimento (União), direcionavam recursos públicos para entidades como o IBRACE e o ISMAT, que posteriormente devolviam parte dos valores como propina. A apreensão total de R$ 200 mil nas casas dos irmãos Nascimento gerou um desgaste direto na imagem do Partido Novo, que se autoproclama como uma alternativa de moralidade na política. Com a pressão crescente e a divulgação de vídeos que mostrariam o repasse de valores ilícitos, a cúpula do partido e o próprio Zema já avaliam a expulsão de Elizeu como medida necessária para blindar a candidatura à Presidência da República.

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