Henrique admitiu já ter refletido se tudo isso foi uma grande estratégia do governo para beneficiar empresas de consignado. “Quero crer que não, mas se for verdade, nós elegemos um monstro”, disse ao relacionar as suspeitas ao filho do governador, citado nas investigações.
O parlamentar destacou que a propaganda institucional do governo chegou a promover o consignado como “solução fácil” para os servidores, enquanto milhares mergulhavam em dívidas sem sequer perceber que estavam alimentando um sistema com indícios de cartel e favorecimento político. “Foi um laço bem armado, onde o servidor era o pato e alguém por trás engordava com o sofrimento alheio”, denunciou.


