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Vídeo prometido por Pedro Taques sobre escândalo da Oi gera tensão máxima no Palácio Paiaguás

O terceiro vídeo anunciado pelo ex-governador Pedro Taques sobre o pagamento de R$ 308 milhões do Governo de Mato Grosso à operadora Oi está provocando inquietação real nos bastidores do Palácio Paiaguás. Segundo Taques, o material — prometido ainda para esta semana — detalha o destino final dos recursos públicos, identificando contas, intermediários e beneficiários, inclusive com menções a parentes do governador, secretários de Estado e outros personagens conhecidos da política mato-grossense. O ex-governador sustenta que o vídeo mostrará o “rastro do dinheiro”, elevando o caso a um novo patamar de gravidade institucional.

Aqui vai o ponto que você não pode ignorar: se Taques realmente apresentar provas documentais verificáveis (extratos, ordens de pagamento, vínculos societários, cruzamento de CPFs/CNPJs), o impacto político tende a ser imediato — sobretudo no contexto da intenção já manifestada por Mauro Mendes de deixar o cargo em abril para disputar o Senado em 2026. Um “spoiler” divulgado recentemente indicou os caminhos da investigação; o conteúdo completo, segundo relatos, é “nitroglicerina pura”. Agora, o desafio é separar retórica de evidência: sem lastro técnico, a denúncia perde força; com lastro, muda o jogo eleitoral e aciona o sistema de controle (MP, TCE, Judiciário). Você ganha se exigir método, cadeia de custódia e checagem independente — é aí que denúncias deixam de ser barulho e viram fato.

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