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Transição Religiosa: Católicos caem de 91,8% (1970) para 56,7% (2023), enquanto Evangélicos saltam de 5,2% para 27% nos dias atuais.

BRASIL, 2026. O panorama religioso brasileiro completou mais de meio século de transformações radicais, conforme consolidado pelos dados finais do Censo e balanços de 2023. Em 1970, o país era massivamente católico, com 91,8% da população seguindo o Vaticano, enquanto os evangélicos representavam uma parcela tímida de apenas 5,2%. O retrato de 2023 confirmou a aceleração da pluralidade: a base católica recuou para 56,7%, registrando sua mínima histórica, enquanto o segmento evangélico saltou para 26,9% (aproximadamente 27%), consolidando-se como a força de maior crescimento nas periferias e no Congresso.
A queda de cerca de 35 pontos percentuais do catolicismo desde a década de 70 contrasta com o salto de mais de cinco vezes no número de evangélicos, que passaram de uma minoria residual para mais de um quarto da nação. Especialistas apontam que, embora o ritmo de crescimento evangélico tenha mostrado uma leve desaceleração na última década, a tendência de aproximação entre as duas curvas permanece constante. Enquanto o catolicismo ainda preserva maior força entre os idosos (72% acima de 80 anos), os evangélicos já dominam faixas mais jovens e frentes de expansão urbana no Norte e Centro-Oeste do país.

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