O relatório de 2024 escancara o que muitos servidores já sentem na pele: em Mato Grosso, há hoje mais temporários que estáveis. A escolha do governo Mauro Mendes foi clara — privilegiar vínculos frágeis e contratos provisórios em detrimento dos servidores concursados.
Essa inversão desmonta a ideia de estabilidade no serviço público e abre espaço para aparelhamento político e insegurança trabalhista. Na prática, o Estado se sustenta em vínculos precários, enquanto concursos são deixados de lado e a qualidade do atendimento à população é comprometida .


