Domingos Sávio ironizou a retórica de gestores que comemoram a apreensão de celulares em presídios. Para ele, retirar mil aparelhos de dentro de unidades prisionais é motivo de vergonha, não de orgulho. “Isso é pra fazer penitência de joelhos na pedra. Como deixaram entrar mil?”, questionou no Popó Cast.
Segundo o procurador, a fragilidade no controle penitenciário contribui diretamente para o crescimento do crime organizado. Ele defendeu o uso de bloqueadores e o controle rigoroso da entrada de itens, mas apontou que a responsabilidade é exclusivamente do Estado. “O preso está sob custódia. Se comanda o crime lá de dentro, a culpa é do poder público”, afirmou.


