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“Rachadinha, incoerência e oportunismo: a receita de Lúdio e Edna que apodrece o PT em MT”

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) volta a mostrar toda a sua incoerência política. Antes crítico feroz de Silval Barbosa, virou aliado fiel quando recebeu seu apoio em 2012. Já atacou o governo Mauro Mendes, mas hoje faz uma oposição de fachada, convenientemente alinhada aos interesses do próprio governador. Contra o agronegócio no discurso, agora virou mascote de luxo de bilionários do setor, defendendo até os responsáveis pelo uso de “venenos” que antes condenava.

No mesmo ritmo de contradições, aparece a suplente Edna Sampaio (PT), cassada na Câmara de Cuiabá em 2024 por prática de rachadinha, após demitir uma chefe de gabinete pobre, preta e grávida sem qualquer sensibilidade humana. Hoje, Edna conta com a proteção de Lúdio Cabral, o mesmo que já havia condenado a rachadinha de Flávio Bolsonaro. A união desses dois personagens expõe a hipocrisia e a mediocridade que empurraram o PT para o fosso da rejeição em Mato Grosso e no Brasil.

Na contramão desse teatro de conveniências, o deputado Gilberto Cattani (PL) assume posição firme e clara ao propor que condenados por rachadinha e peculato-desvio sejam impedidos de exercer mandatos parlamentares em Mato Grosso. Uma medida moralizadora que desmonta o discurso vazio de adversários e coloca o PT, novamente, na vitrine da incoerência política. Enquanto Lúdio e Edna simbolizam a decadência, Cattani ganha protagonismo como voz contra a impunidade.

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