Demonstrando profunda indignação com o avanço das facções criminosas no estado, Rafael Milas propôs a criação de um presídio de segurança máxima isolado no Pantanal. Segundo ele, o “Inferno Pantaneiro” seria o destino de líderes criminosos, que seriam obrigados a trabalhar na fabricação de materiais para o Estado, sem qualquer acesso a tecnologias ou comunicações.
O pré-candidato criticou a falta de coragem dos atuais gestores e defendeu a aplicação da doutrina do “Direito Penal do Inimigo”. Milas argumenta que facções que dominam territórios e possuem leis próprias devem ser tratadas como exércitos invasores, exigindo uma resposta policial agressiva e implacável para retomar a soberania de Mato Grosso.


