Print de conversa em grupo de WhatsApp da Unidade Básica de Saúde Ilza Picolli revela mais um episódio de improviso e precarização na gestão da saúde pública, ao mostrar servidores sendo convocados para realizar serviço de roçagem e limpeza do pátio por falta de profissional contratado, em troca de folga, prática que pode configurar desvio de função, exposição a riscos sem garantia adequada de segurança e falha no planejamento administrativo, evidenciando a ausência de contrato regular de manutenção e o sucateamento da estrutura básica de atendimento à população, além de transferir aos próprios trabalhadores a responsabilidade por suprir lacunas que deveriam ser resolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde.


