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Portão do Inferno em colapso expõe abandono do governo enquanto Mauro Mendes passeia na Europa

Enquanto cada chuva reacende o risco de deslizamentos no Portão do Inferno, o governador Mauro Mendes escolhe exibir viagens pela Europa com a família. A situação é ainda mais simbólica porque a MT-251, oficialmente denominada Rodovia Emanuel Pinheiro, é o principal elo viário entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães — eixo turístico, econômico e de mobilidade regional. O contraste entre a urgência local e a postura do chefe do Executivo agrava a percepção de abandono e falta de comando em uma crise previsível e reiterada.

É preciso separar retórica de responsabilidade. Os problemas geotécnicos do Portão do Inferno são conhecidos há décadas, mas as decisões e prioridades da gestão atual definem o nível de risco presente. A condução marcada por atrasos, mudanças de estratégia e comunicação falha cobra preço diário de moradores, trabalhadores e do turismo. Quando o governador se ausenta em meio a interdições recorrentes numa rodovia estratégica — a Rodovia Emanuel Pinheiro — a mensagem política é clara: a crise não está no topo da agenda. Governar é escolher prioridades; aqui, a escolha custa confiança pública e segurança viária.

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