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Pivetta quebra hierarquia na PM e provoca revolta entre oficiais ao colocar sargento para dar ordem a coronel

A nomeação da sargento Adriana Rodrigues para o comando da Casa Militar pelo governador Otaviano Pivetta provocou forte reação dentro da Polícia Militar de Mato Grosso. Oficiais da ativa e da reserva ouvidos pelo Blog do Popó relatam indignação com o que consideram uma quebra direta da hierarquia, princípio estruturante da corporação. A avaliação predominante entre coronéis é de que a decisão cria uma situação inédita e constrangedora, ao colocar uma graduada em posição de comando sobre oficiais de alta patente.

Nos bastidores, a escolha é interpretada como um movimento político que desconsidera a lógica interna da instituição, baseada na cadeia de comando e na disciplina. Embora não haja questionamentos públicos sobre a capacidade técnica da nomeada, o incômodo se concentra no impacto institucional da decisão, que, segundo relatos, “alvoroçou a caserna” e gerou desconforto generalizado entre lideranças militares. Não se trata de uma questão de gênero, como alguns podem tentar oportunizar, mas de hierarquia. O questionamento que ecoa internamente é por que não uma mulher coronel ou uma mulher tenente-coronel para a função. Relatos apontam que não foram apenas coronéis que procuraram o blog, mas também tenentes-coronéis, capitães e integrantes de praticamente toda a estrutura hierárquica da Polícia Militar, todos estupefactos com a escolha. A avaliação é de que a decisão quebrou a hierarquia, causou constrangimento interno e ainda fragilizou o próprio comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso.

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