Em um tom desafiador, o Sargento Eros Barros afirmou que salvaguardou provas de tudo o que viveu nos cinco anos dentro da Casa Militar. Ele revelou que foi orientado a gravar, filmar e printar tudo para se proteger em um ambiente político, e garantiu: “Tudo o que eu falo, eu provo”.
O militar contou que chegaram a oferecer dinheiro pelo seu aparelho celular e que pessoas ligadas ao governo pediram para ele “sumir” com o aparelho antes de uma possível operação. Eros mandou um recado direto aos seus desafetos, dizendo que possui material guardado com amigos para garantir sua integridade e honra.


