Skip to content

“Mauro Mendes não quer Janaína Riva nem pintada de ouro: Fabinho Garcia atua como boneco de ventríloquo do governador em rompimento definitivo”

O rompimento entre o governador Mauro Mendes e a deputada estadual Janaína Riva atingiu um ponto de não retorno — e não se trata de uma figura de linguagem. Desde 2024, o distanciamento político se intensificou ao ponto da exclusão explícita: primeiro, com a intervenção pessoal do governador para retirar Janaína da Primeira-Secretaria da Assembleia Legislativa, e agora com ataques públicos vindos por meio do seu escudeiro palaciano, o secretário-chefe da Casa Civil, Fabinho Garcia. Como um ventríloquo experiente, Mendes prefere não mover os lábios, mas faz o boneco falar por ele — e o boneco, como se viu, sabe atacar com precisão cirúrgica quando a ordem vem do andar de cima.

O pano de fundo é a disputa senatorial de 2026, onde tanto Mauro quanto Janaína vislumbram uma das duas cobiçadas vagas. O problema é que, na guerra pelo Senado, sobram ressentimentos e faltam espaços para acordos. Virgínia Mendes, sua esposa, já deu sinais de que prefere Riva e sua filha bem longe — não apenas das urnas, mas também do convívio palaciano. A aversão é mútua, mas no caso do Palácio Paiaguás, virou política de Estado. Afinal, quando até o capataz da Casa Civil é usado como porta-voz de desafeto, a mensagem do governador fica clara: Janaína, nem com verniz de ouro 18 quilates.

OUTRAS NOTÍCIAS