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Mauro Mendes fecha chapa para 2026, Fabinho e Cidinho, ambos citados no escândalo de R$ 308 milhões da Oi — e exclui Max, Jayme e Júlio do projeto de poder

O governador Mauro Mendes definiu nos bastidores a chapa que pretende sustentar sua candidatura ao Senado em 2026 e a sucessão no Palácio Paiaguás. O projeto ao Governo do Estado será encabeçado por Otaviano Pivetta, tendo como vice o atual chefe da Casa Civil, Fabinho Garcia, nome que aparece citado em ações e questionamentos judiciais relacionados ao acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a operadora Oi. Para o Senado, Mauro articula uma composição cujo primeiro suplente é o ex-senador Cidinho Santos, também citado no mesmo contexto do acordo da Oi, hoje presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, e como segundo suplente o secretário de Fazenda, Rogério Gallo.

A engenharia política expõe uma escolha clara e excludente. O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, e os irmãos Jayme Campos e Júlio Campos, ambos do União Brasil, foram deixados fora da composição, mesmo com histórico eleitoral e peso político consolidado. Ao priorizar nomes diretamente ligados ao núcleo duro do governo — inclusive personagens citados em controvérsias judiciais de grande repercussão — Mauro Mendes sinaliza que o critério central não é consenso partidário, mas controle político e lealdade ao projeto, aprofundando fissuras internas e reposicionando forças para a disputa de 2026.

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