O deputado estadual Júlio Campos movimentou os bastidores políticos ao declarar que o União Brasil corre o risco de entrar em um processo de “decadência” caso não lance um nome do próprio partido para a sucessão estadual em 2026. A fala reflete a tensão interna na sigla, que hoje detém a maior força política do estado sob a liderança do governador Mauro Mendes.
A preocupação de Júlio ocorre em um momento de indefinição sobre quem será o herdeiro político do grupo governista. Enquanto nomes como o vice-governador Otaviano Pivetta e a deputada Janaína Riva aparecem bem posicionados em pesquisas recentes, Campos defende que o fortalecimento da legenda depende de uma cabeça de chapa legítima para manter a hegemonia no Palácio Paiaguás.


