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Grupo Fource reage com firmeza, pede auditoria independente e desmonta narrativa de golpe no caso Pupin

Em manifestação contundente apresentada à 1ª Vara Cível de Campo Verde, o Grupo Fource repudiou as acusações de fraude e manipulação feitas pelos empresários José e Vera Pupin, que estão em recuperação judicial. O documento, assinado pelo advogado Edson Crivelatti, desmonta ponto a ponto a tese de que o grupo teria “enganado” os recuperandos, defendendo a transparência das negociações e a lisura de todos os atos praticados. O Fource, ao contrário do que foi insinuado, defende uma apuração independente e técnica, por meio de auditoria externa internacional, conduzida por uma das empresas do grupo “Big Four”, justamente para assegurar total transparência e confiança ao processo.

A manifestação ressalta que o casal Pupin e seus filhos sempre foram empresários experientes, com atuação bilionária no agronegócio e assessoria jurídica e financeira de alto nível, o que torna inverossímil qualquer alegação de vulnerabilidade. “Não estamos diante de leigos, mas de grandes agentes econômicos que sempre tomaram decisões com suporte de consultores, advogados e bancos internacionais”, destaca o documento. O texto reforça ainda que os contratos firmados entre o Grupo Pupin e o Fource foram promessas condicionais de aquisição, que jamais transferiram bens ou controle das empresas sem autorização judicial — o que demonstra boa-fé e conformidade com a Lei de Recuperação Judicial.

O Grupo Fource também alerta para a incoerência da narrativa dos Pupin: se o casal realmente não tinha discernimento, não poderia continuar à frente da gestão das empresas em recuperação. Por isso, o pedido feito ao juiz é claro — ou se reconhece a plena capacidade dos empresários e se dá fim à narrativa de vitimização, ou se nomeia um gestor judicial independente para garantir a proteção dos credores e a continuidade das operações. “Não se pode usar a incapacidade como argumento seletivo, acionado apenas quando conveniente”, reforça Crivelatti na petição.

Por fim, o Grupo Fource pede que a verdade prevaleça e que o caso seja analisado com base em provas, não em narrativas. O grupo também cobra que os antigos assessores dos Pupin — os escritórios Finocchio & Ustra e Planner Consultores —, que receberam mais de R$ 50 milhões em honorários, tenham a oportunidade de se manifestar e defender sua reputação. Em tom sereno, mas firme, o Fource reafirma que sua atuação sempre foi técnica, transparente e voltada à recuperação efetiva das empresas, e que o verdadeiro interesse coletivo a ser protegido é o dos credores e da segurança jurídica, não o de quem tenta transformar um processo judicial em palco de conveniência.

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