Nos bastidores do Palácio Alencastro, a retirada de protagonismo do adjunto de Comunicação Max Aguiar não é interpretada como decisão técnica, mas como resultado de intrigas internas alimentadas pela atual secretária de Comunicação, Ana Karla Costa. Profissional respeitado, com trânsito amplo na classe política e reconhecida competência jornalística, Max vinha sendo apontado, mais cedo ou mais tarde, como nome natural para assumir a secretaria. Este blog, registre-se, sempre se posicionou de forma positiva em relação a Max Aguiar, jornalista experiente, agregador e amigo de toda a imprensa de Mato Grosso, justamente por sua postura profissional.
Quem perde com esse movimento não é Max Aguiar , que mantém reputação sólida e respeito no meio jornalístico, mas a gestão Abílio Brunini, que abdica de um de seus quadros mais preparados, dinâmicos e bem informados. Ao permitir que ciúmes funcionais e perseguições internas se sobreponham ao interesse público, a administração enfraquece sua comunicação institucional e reforça a imagem de uma Secom capturada por vaidade e insegurança. Comunicação pública não se faz neutralizando talentos, e sim potencializando-os. Ignorar isso cobra preço político, e ele costuma chegar rápido.


