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Foto da primeira-dama em convites oficiais do governo levanta suspeitas de campanha antecipada e causa mal-estar

O governo de Mato Grosso distribuiu convites oficiais com destaque para a imagem da primeira-dama Virginia Mendes, o que provocou críticas por aparentar uso de material institucional para promoção pessoal. A presença ostensiva da foto em documentos de caráter administrativo, como a agenda do governador Mauro Mendes em Cáceres, Mirassol D’Oeste e outras cidades, soa como ato de personalização indevida de ações públicas — prática que fere o princípio da impessoalidade e pode ser interpretada como propaganda antecipada de cunho eleitoral.

A estratégia, além de eticamente questionável, remete a métodos de 2016, quando o uso de imagem em eventos governamentais foi alvo de denúncias e ações na Justiça Eleitoral. Em vez de valorizar a prestação de contas e os resultados da gestão, o material institucional acaba soando como instrumento de campanha, o que pega muito mal diante da proximidade do calendário eleitoral e da crescente rejeição popular ao uso político de ações públicas.

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