Nos bastidores da política mato-grossense, o movimento é inequívoco: lideranças partidárias, prefeitos, deputados e representantes do setor produtivo já fazem fila para conversar com Otaviano Pivetta, que assumirá o Governo do Estado em menos de três meses. O pragmatismo político antecipou o calendário: enquanto Mauro Mendes concentra esforços na construção de sua candidatura ao Senado, seu ciclo no comando do Executivo é lido como encerrado. Pivetta, por sua vez, passa a ser o nome no radar de quem quer decisões, continuidade administrativa com ajustes e, sobretudo, um ritmo próprio de gestão. A percepção dominante é que a transição não será apenas formal — o poder real já começa a gravitar em torno de quem comandará a máquina estadual e definirá prioridades imediatas para Mato Grosso.


