O solo de Mato Grosso está encharcado de sangue e o silêncio do Palácio Paiaguás é ensurdecedor! Enquanto o governador Mauro Mendes se vangloria de números questionáveis em propagandas de TV, o Comando Vermelho e o PCC dividem o estado como se fosse um bolo, transformando cidades como Cuiabá e Sinop em verdadeiros campos de extermínio. É inadmissível que, sob uma gestão que se diz “eficiente”, facções ditem o toque de recolher, cobrem impostos paralelos e executem jovens à luz do dia, enquanto a nossa gloriosa polícia é asfixiada pela falta de contingente e por uma estratégia de segurança que foca em vitrines, mas ignora o rastro de corpos empilhados nas periferias!
Onde está o “pulso firme” prometido nas redes sociais quando mães choram sobre caixões lacrados em Cáceres e Rondonópolis? A segurança pública de Mato Grosso virou uma peça de ficção de péssimo gosto, onde o crime organizado é quem dá as ordens e o cidadão de bem vive encarcerado pelo medo. Mauro Mendes parece governar um estado imaginário, pois, na vida real, o “Estado de Transformação” só se vê na audácia dos bandidos que já não temem mais as autoridades. Até quando seremos reféns de uma gestão que investe em asfalto para passar o carro fúnebre, mas falha miseravelmente em garantir o direito básico de respirar sem o medo de uma bala perdida?


