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Em 135 anos de República, o mato-grossense Carlos Fávaro só perde para dois cuiabanos em tempo como ministro na capital federal.

Considerando os 135 anos de existência da República brasileira, o ministro da Agricultura Carlos Fávaro consolida-se como o terceiro político ligado a Mato Grosso com maior tempo de permanência em um ministério na capital federal. No terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já no período da Nova República, Fávaro deverá completar 3 anos e 3 meses à frente do Ministério da Agricultura, ficando atrás apenas de dois cuiabanos que marcaram época no primeiro escalão da República.

À frente de Fávaro no ranking histórico estão o general Eurico Gaspar Dutra, nascido em Cuiabá, que foi Ministro da Guerra por cerca de 9 anos durante a Era Vargas/Estado Novo (1936–1945), e Joaquim Murtinho, também cuiabano, que permaneceu 4 anos completos como Ministro da Fazenda na República Velha, no governo Campos Sales (1898–1902). O balanço é objetivo: em mais de um século de República, apenas esses dois cuiabanos superam Carlos Fávaro em tempo de ministério, um dado que projeta Mato Grosso com presença consistente no núcleo das decisões nacionais.

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