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Cuiabá arrecada, mas não cuida: dinheiro entra e serviços básicos desaparecem

Apesar de manter uma arrecadação robusta com IPTU, ISSQN e taxas urbanas, Cuiabá enfrenta um cenário de abandono generalizado em serviços essenciais. Buracos se espalham pelas vias, praças estão tomadas pelo matagal e a iluminação pública falha em bairros inteiros, revelando um colapso visível da manutenção urbana.

Sob a gestão do prefeito Abílio Brunini, a Secretaria Municipal de Finanças, comandada por Marcelo Bussiki, não conseguiu transformar arrecadação em eficiência administrativa. Dados oficiais mostram que há recursos previstos em orçamento, mas a execução prática em áreas básicas não acompanha o que foi autorizado no papel.

O contraste entre números fiscais e a realidade das ruas tem alimentado críticas inclusive entre vereadores da base governista, que relatam falta de planejamento financeiro, ausência de comando técnico e dificuldade da gestão em priorizar políticas públicas essenciais. O resultado é uma cidade que cobra caro do contribuinte, mas devolve pouco em serviços.

Enquanto a capital acumula sinais de desorganização administrativa, cresce a percepção de que o problema não é falta de dinheiro — é falta de gestão.

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