A cena registrada no Jardim Passaredo não é exceção, é sintoma. Ruas tomadas por lixo, água parada, risco sanitário evidente e ausência de manutenção mostram que a administração do prefeito Abílio Brunini perdeu o controle do essencial. Enquanto o discurso oficial insiste em narrativas digitais, a cidade real convive com abandono, precariedade e ameaça à saúde pública. A elevação do IPTU, nesse contexto, soa como inversão de prioridades: cobrar mais sem entregar o mínimo. O flagrante expõe uma gestão que falha no chão da cidade, onde o cidadão pisa, mora e adoece .
Em contraste, o vereador Didimo Vovô tem feito o que se espera de quem fiscaliza: ir ao bairro, ouvir moradores, registrar problemas e pressionar por solução. Sua atuação direta, dinâmica e permanente revela compromisso com a cidade concreta — não com marketing. Ao cobrar limpeza, drenagem e manutenção, o vereador ocupa o vácuo deixado pelo Executivo e recoloca o debate onde deveria estar: serviço público funcionando. Cuiabá não precisa de bravatas; precisa de gestão presente e resposta rápida. Hoje, quem aparece no território é o vereador. Quem some é o prefeito.


