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CPIs da Câmara de Cuiabá terminam em fiasco e expõem uso da máquina para perseguição política

O encerramento dos trabalhos legislativos em Cuiabá revelou o caráter puramente político das Comissões Parlamentares de Inquérito criadas ao longo de 2025. Longe de buscarem uma fiscalização técnica, diversas CPIs foram instauradas com o objetivo central de fustigar o ex-prefeito Emanuel Pinheiro, funcionando como um braço de retaliação política sob as ordens do atual prefeito. O resultado foi considerado ridículo por observadores jurídicos: relatórios frágeis, sem fundamentação técnica sólida e que servem apenas para alimentar narrativas de palanque, evidenciando o uso do Poder Legislativo como instrumento de vingança pessoal.
A desmoralização da Casa foi acentuada pela presença onipresente de Abílio Brunini nos corredores e no plenário, agindo como o verdadeiro “dono” das pautas e garantindo que o foco permanecesse no retrovisor, e não nos problemas atuais da cidade. Ao transformar o parlamento em um tribunal político contra o antecessor para esconder as próprias dificuldades de gestão, a Câmara abriu mão de sua independência. O constrangimento de vereadores que aceitaram o papel de “linha de frente” desse esquema de perseguição deixou o Legislativo cuiabano em seu nível mais baixo de credibilidade perante a população.

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