Skip to content

“Cappelli denuncia: Ibaneis articula bilionária operação para salvar banqueiro falido com dinheiro público do BRB”

O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Ricardo Cappelli, fez uma grave denúncia pública que pode se transformar em um dos maiores escândalos financeiros do Distrito Federal. Em vídeo divulgado nesta segunda-feira, Cappelli acusa o governador Ibaneis Rocha de liderar uma operação suspeita no Banco de Brasília (BRB) para beneficiar um banqueiro falido — operação esta que, segundo ele, trará prejuízos incalculáveis à população de Brasília.

Com tom indignado, mas sereno e fundamentado, Cappelli revela que o BRB, sob influência direta de Ibaneis, está em vias de comprar 49% de um banco privado de São Paulo — o Banco Master — que, segundo ele, está “quebrado”. O valor da negociação: R$ 2 bilhões.

“São dois bilhões de reais para salvar um banqueiro quebrado amigo”, diz Cappelli. “O mais grave é que o BRB está pagando esse valor por menos da metade das ações. Ou seja, nem o controle da instituição será assumido.”

O presidente da ABDI alerta que o banco paulista, prestes a ser parcialmente adquirido, possui compromissos financeiros que não conseguirá cumprir. O rombo, de acordo com Cappelli, recairá diretamente sobre os cofres públicos do Distrito Federal — e, portanto, sobre o povo brasiliense.

Em sua denúncia, Cappelli afirma que há claros indícios de favorecimento pessoal. O banqueiro supostamente envolvido seria próximo ao governador Ibaneis e dono de um conglomerado de empresas de comunicação. “Ibaneis está de olho nessas empresas”, sugere Cappelli, insinuando que o objetivo real da transação seria o controle midiático e político.

Por fim, o presidente da ABDI convoca a sociedade e as instituições reguladoras a reagirem. “Essa operação precisa ser impedida pelo Banco Central. Quem vai pagar essa conta para salvar um banco quebrado é o povo”, alerta ele.

A denúncia, se confirmada, poderá desencadear uma investigação de grande envergadura sobre o uso do BRB para fins privados e políticos — envolvendo diretamente o chefe do Executivo distrital.

OUTRAS NOTÍCIAS