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BOMBA NA ALMT: Max Russi detona empresa Agir e denuncia “esquema suspeito” no Hospital de Cáceres

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, subiu o tom nesta quarta-feira contra a empresa Agir, atual gestora do Hospital Regional de Cáceres. Em um discurso contundente, Russi classificou como “no mínimo suspeito” o fato de um ex-servidor do Estado, que participou diretamente do processo de contratação da empresa, ter sido admitido pela própria Agir com um salário altíssimo logo após a vitória na licitação. O parlamentar destacou que a empresa já é alvo de investigações da Polícia Federal por desvios de recursos em outros estados, o que acende um alerta vermelho sobre a transparência do contrato em Mato Grosso.
Além da suspeita de “portas giratórias” entre o serviço público e a empresa privada, Max Russi criticou duramente a qualidade do atendimento prestado à população de Cáceres. Segundo o deputado, o gabinete tem sido inundado por reclamações de pacientes e familiares que sofrem com a precariedade dos serviços. A indignação aumentou diante do silêncio da empresa: Russi denunciou que os gestores da Agir se recusam a atender ligações de parlamentares, demonstrando uma falta de respeito com as prerrogativas da Assembleia e com o povo que depende do sistema de saúde.
Diante da gravidade dos fatos, o presidente da ALMT anunciou o encaminhamento formal de uma denúncia ao Ministério Público Estadual (MPE) para que a conduta do servidor e os repasses milionários — que podem chegar a R$ 200 milhões por ano — sejam investigados. Russi também defendeu a convocação dos envolvidos pela CPI da Casa e enviou um alerta direto ao governador Mauro Mendes e sua equipe. “Não está me cheirando bem isso. Vamos a fundo nesse trabalho porque não aceito mais as cobranças da população sem uma solução definitiva”, afirmou o deputado.

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