“Ambientalismo não é de esquerda. É de quem tem consciência”, afirma Domingos Sávio

Na entrevista, Domingos Sávio criticou a falsa dicotomia que tenta rotular a defesa do meio ambiente como um discurso da esquerda. “Falar em democracia, meio ambiente ou direitos humanos não é coisa de esquerda. É coisa de cidadão consciente”, declarou. O procurador classificou essa visão como “ignorância palmar”.

Domingos também expressou preocupação com projetos de lei estaduais que tentam liberar mineração em reservas legais, afirmando que essa competência é federal e que o Ministério Público deve reagir judicialmente. “Já enfrentei isso por duas décadas. É uma guerra permanente entre o desenvolvimento inconsequente e a preservação responsável”, pontuou.

“Retirar mil celulares da cadeia não é feito, é fracasso do Estado”, dispara procurador

Domingos Sávio ironizou a retórica de gestores que comemoram a apreensão de celulares em presídios. Para ele, retirar mil aparelhos de dentro de unidades prisionais é motivo de vergonha, não de orgulho. “Isso é pra fazer penitência de joelhos na pedra. Como deixaram entrar mil?”, questionou no Popó Cast.

Segundo o procurador, a fragilidade no controle penitenciário contribui diretamente para o crescimento do crime organizado. Ele defendeu o uso de bloqueadores e o controle rigoroso da entrada de itens, mas apontou que a responsabilidade é exclusivamente do Estado. “O preso está sob custódia. Se comanda o crime lá de dentro, a culpa é do poder público”, afirmou.

Henrique Lopes se destaca em 30 dias de mandato com atuação firme em defesa da educação pública

Nesta quarta-feira (18) o deputado Henrique Lopes se despede do legislativo mato-grossense. Durante os últimos 30 dias em que ocupou a vaga do deputado titular Valdir Barranco (PT) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Lopes demonstrou forte atuação parlamentar, com destaque para sua liderança em debates estratégicos e de interesse coletivo, especialmente na área da educação.

Henrique assumiu a coordenação de importantes discussões, como a do Plano Nacional de Educação, reforçando o compromisso com a qualidade do ensino público. Também participou ativamente da convocação de membros do governo Mauro Mendes para prestar esclarecimentos à Casa, posicionando-se de forma crítica e propositiva.

Entre os temas que ganharam atenção sob sua liderança está a denúncia de fraudes em empréstimos consignados, um problema que afeta diretamente servidores públicos e aposentados. O parlamentar também apresentou pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso, demonstrando disposição para enfrentar questões sensíveis com transparência e responsabilidade.

Em parceria com a deputada Janaína Riva (MDB), Henrique articulou a convocação do secretario de Estado de Educação para discutir a escassez de profissionais de nutrição nas escolas estaduais e esclarecer pontos do Programa de Recuperação de Aprendizagem, medida voltada à mitigação dos impactos da pandemia na educação.

Na tribuna, Henrique Lopes se posicionou de forma crítica sobre o modelo das escolas cívico-militares, defendendo a ampliação do diálogo e a construção de uma educação pública de qualidade, inclusiva, laica e acessível a todos. Sua postura durante o período evidenciou um compromisso com as causas populares e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à melhoria da vida da população.

Mesmo com um mandato temporário, Henrique demonstrou protagonismo e engajamento, marcando sua breve passagem pela Assembleia com firmeza, diálogo e espírito público.

Huawei lança no Brasil celular de R$ 33 mil, primeiro do mundo com tela que dobra em três

A multinacional chinesa Huawei revelou o preço dos seus dois modelos de celulares que serão vendidos no Brasil, neste movimento que marca o retorno da companhia ao mercado local de smartphones.

Os modelos que estão sendo lançados no País são o Mate X6, com tela dobrável em duas partes, a R$ 22.999. A grande novidade é o Mate XT Ultimate Design, primeiro do mundo com tela que se dobra em três partes. Ele vai sair por nada menos que R$ 32.999, de longe, o celular mais caro do Brasil.

A título de comparação, o iPhone 16 Pro Max com 1 TB de armazenamento, versão mais cara do aparelho, é vendido por R$ 15.499 na loja da Apple no Brasil.

O anúncio dos celulares da Huawei aconteceu em um evento promovido pela empresa na noite de terça-feira, 17, em São Paulo. Na ocasião, a gigante chinesa também divulgou que prepara a abertura da sua primeira loja física no País – cuja localidade não foi revelada.

Esses dois aparelhos dobráveis foram lançados no fim de 2024 na China, onde a empresa é líder em vendas. Por lá, o X6 está saindo por 13 mil yuans (cerca de R$ 10 mil) e o XT, por 20 mil yuans (cerca de R$ 15,5 mil).

A produção dos smartphones é feita unicamente na China, de onde são exportados para outros países. Por enquanto, não há planos de abrir manufatura, nem parcerias para fabricação por aqui, ao contrário das concorrentes.

Os preços estrondosos no mercado brasileiro são resultado de uma combinação de fatores, que envolvem materiais e tecnologia de ponta, despesas com pesquisa e desenvolvimento, custos logísticos de importação e, claro, carga tributária.

‘Estes são os produtos com os preços mais altos que temos‘, apontou o Diretor de Relações Institucionais da Huawei na América Latina, Carlos Morales, em entrevista à imprensa. ‘Eles são também dois produtos que fazem coisas que nenhum outro produto no mercado brasileiro ou no mercado global oferecem‘, justificou. (Veja configurações abaixo).

Morales acrescentou que as primeiras gerações de qualquer produto normalmente têm um preço alto em função do ineditismo e também pela necessidade de cobrir os gastos elevados com pesquisa e desenvolvimento.

Com os preços nas alturas, a Huawei sabe que não vai ter grandes volumes de vendas, como um iPhone. A estratégia, porém, é ocupar uma fatia no mercado de smartphones dobráveis e divulgar a marca e os seus atributos, abrindo caminho para outros modelos mais acessíveis que devem chegar ao longo dos próximos meses.

‘O que buscamos é uma maior conscientização da marca. Nem todo o público quer, pode ou está disposto a investir em um dispositivo dobrável a esse preço. Mas mais produtos virão no futuro, e aqueles que quiserem um aparelho dobrável agora podem tê-lo. Então, esta é uma opção para eles no mercado‘, explicou o executivo.

Com isso, a Huawei busca marcar território em um setor cuja competição ficou mais acirrada nos últimos anos. Além das líderes Samsung, Apple e Motorola, outras marcas de smartphones desembarcaram por aqui, como foram os casos de Oppo, Realme, Jovi e Xiaomi, com aparelhos de entrada até modelos premium.

Apesar do anúncio oficial da Huawei, as vendas do Mate X6 e do Mate XT ainda não tem data exata para começar. Os aparelhos estão em fase final de homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo a Huawei, as vendas começarão ‘em breve‘. Os produtos poderão ser encontrados nos sites de Amazon, Shopee, Mercado Livre e TikTok shop, além de lojas físicas da FastShop e Casas Bahia.

Retorno após embargo norte-americano

A Huawei deixou de vender smartphones no Brasil em 2019, após ser alvo de sanção pelos Estados Unidos. Nesse período, ela continuou vendendo outros produtos eletrônicos, como relógios inteligentes, fones de ouvido, tablets e notebooks.

Ainda no primeiro governo de Donald Trump, as empresas norte-americanas foram proibidas de fazer negócios com a Huawei. Na prática, a chinesa ficou impossibilitada de adotar os sistemas operacionais Android e IOS nos seus celulares, sendo forçada a desenvolver um sistema próprio.

Os aparelhos da companhia chinesa no Brasil vão rodar com o sistema operacional EMUI, que é uma interface personalizada e baseada no Android. Ele tem uma adaptação que permite a instalação dos aplicativos preferidos do público ocidental, como YouTube, Gmail, Whatsapp, Instagram ou Netflix, por exemplo. Na China, a empresa tem outro sistema, o Harmony OS.

Segundo Morales, o EMUI está preparado para rodar também as atualizações desses aplicativos, sem risco de pararem de funcionar. Além disso, a companhia criou uma loja própria, a App Gallery, com oferta de outros milhares de aplicativos.

Configuração de ponta

O Mate XT Ultimate Design tem tela de 6,4 polegadas quando fechado, podendo atingir um display de 7,9 polegadas em duas telas e 10,2 polegadas em três telas – tamanho similar à de um tablet. Ele também é o mais fino da categoria de dobráveis, com espessura de 3,6 milímetros.

Para chegar a essa configuração, a Huawei desenvolveu uma tecnologia própria de telas flexíveis, mas resistentes, sem perder a sensibilidade ao toque. As telas têm resolução 3K, Oled LTPO, e brilho de até 1.800 nits, com suporte para mais de 1 bilhão de cores.

A câmera principal é de 50 megapixels (MP), e há também uma teleobjetiva de 12 MP, uma lente ultra-angular de 12 MP e uma câmera frontal de 8 MP. O aparelho tem uma bateria de ânodo de silício de 5.600 mAh e sistema de resfriamento com câmara de vapor em grafeno, cobre e aço.

Por sua vez, o Mate X6 traz tela OLED externa de 6,45 polegadas e tela interna de 7,93 polegadas, com brilho de até 2500 nits. O aparelho aberto tem 4,6 milímetros de espessura (1 mm a mais que a versão XT). A câmera principal tem capacidade de 48 MP, e a bateria, 5110 mAh.

Adolescente de 15 anos morre em acidente; escola lamenta

Kauan Felipe Kraeski Silva, 15, morreu após se envolver em um acidente com uma motocicleta na noite de terça-feira (17), na MT-220, em Sinop (500 km ao norte de Cuiabá). O adolescente estava sem capacete.

A Polícia Civil foi acionada às 21h24 para realizar a liberação de um corpo vítima de morte acidental.

No local, análises preliminares constataram que o adolescente trafegava pela estrada Gente Feliz, quando passou reto por um milharal, perdeu o controle da moto e caiu.

Vítima estava sem capacete, bateu a cabeça e morreu na hora. Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foi acionada para análise da ocorrência e liberação do corpo. Caso será investigado pela Polícia Civil.

Kauan, era aluno da Escola Estadual Carlos Drummond de Andrade, que por meio de nota lamentou sua partida precoce. Confira na íntegra:

“Kauan era parte integrante de nossa comunidade escolar e sua partida precoce deixa um vazio imenso em nossos corações. Lamentamos profundamente essa perda irreparável e nos solidarizamos com a dor de seus familiares, amigos e colegas neste momento tão difícil. Que a memória de Kauan seja um conforto para todos que o amavam”.

Marido de psicóloga era da Força Aérea, tinha porte de arma e a usou durante briga

Uma série de inconsistências nas narrativas apresentadas por Fábio Teixeira Santin, 44, além de análises técnicas sobre a cena do crime, bem como ferimentos no corpo do homem e da esposa, a Janaina Carla Portela Santin, 43, levaram autoridades a afastar a hipóteses de suicídio e encarar o caso como um feminicídio a morte da psicóloga, ocorrida na segunda-feira (16).

Na primeira versão Fabio teria narrado aos policiais que uma discussão com a esposa teria se iniciado dentro do quarto e neste momento ele mesmo teria pego sua pistola. A discussão prolongou-se até a sala, onde a mulher teria tomado a arma das mãos dele e efetuado disparos para após cometer suicídio.

Já na segunda versão, Fabio cita que após discussão, iniciada dentro do quarto, ele pegou sua pistola e colocou na cintura, sendo que depois continuaram a discussão na sala. Nesse cômodo, ele alegou ter sentado em um sofá de frente para a vítima e tirado a pistola da cintura, a qual ele colocou em cima de um sofá lateral, mais perto dele do que da vítima.

Em seguida ele conta que “abaixou a cabeça como se estivesse rezando e que a esposa teria pego a pistola e se afastado dele”, momento em que a mulher ficou em pé de frente para ele, distante cerca de 2 metros e meio a 3 metros do suspeito e teria efetuado disparos em direção a ele, sendo que um teria atingido sua perna esquerda.

Logo depois, ele teria caído do sofá no chão e ficado de costas para a mulher, a qual teria efetuado um disparo na cabeça, praticando um suicídio.

Os investigadores destacam incoerências, como o fato de que Fábio teria tido tempo de reação para impedir que a mulher chegasse até a arma de fogo, pois estava mais perto do objeto, caso realmente tivesse colocado no sofá.

Em relação ao disparo que atingiu a perna esquerda do suspeito, a perfuração não tem entrada como se o disparo fosse feito por uma pessoa que está a sua frente, sendo que a lesão de entrada e saída (da direita para a esquerda) denotam um disparo lateralizado na perna esquerda como se feito por ele mesmo, que inclusive é destro.

Havia uma marca de disparo, mais baixa na parede, atrás da posição que à vítima estava, sendo que tal marca fica de frente para a posição na qual o suspeito estava, o que não se justifica se a versão do suspeito é de que à vítima estava em pé e com a pistola nas mãos.

Outro ponto é que a arma parou exatamente no meio das pernas da vítima, como se tivesse sido colocada, o que não se coaduna com eventual disparo na cabeça, pois a arma cairia mais longe do corpo da vítima, sem o controle da queda da arma.

Por fim, os peritos verificaram que não havia marcas de tiro encostado na cabeça da vítima, o que é típico de disparo suicida. Com isso foi constatado que o crime de feminicídio, mediante recurso que dificultou a defesa da ofendida e com uso de arma de fogo, segundo relatório.

Ex-integrante da Força Aérea, Fabio possuía porte de arma, sendo registrada uma Taurus modelo PT59S, calibre .380 semiautomática.

Audiência Pública discute possíveis irregularidades em empréstimos consignados

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizou nesta terça-feira (17), audiência pública para debater os convênios firmados entre empresas consignatárias e o governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). A audiência foi requerida pelo deputado Wilson Santos (PSD). Durante o encontro, surgiram manifestações que contribuíram para o esclarecimento de possíveis crimes financeiros cometidos contra aproximadamente 62 mil servidores públicos ativos, inativos e pensionistas, que somam mais de 300 mil contratos.

O parlamentar destacou que cerca de 10 mil correspondentes bancários em Mato Grosso, sendo aproximadamente três mil apenas em Cuiabá. “Esses profissionais trouxeram suas versões, sendo peças importantes nesse quebra-cabeça. Acredito que já percorremos metade do caminho nos levantamentos, mas ainda teremos outras revelações. São eles que comercializam os produtos, como empréstimos, recebem as demandas dos servidores, mas não são os donos das empresas consignatárias”, explicou.

A audiência teve a presença de cerca de 100 profissionais ligados à Associação dos Correspondentes e Promotoras de Crédito de Mato Grosso, representada por Dieberg Júnior, que apresentou proposta para alterar a legislação vigente e facilitar o pagamento das dívidas por parte dos servidores. “Atuo há 20 anos nessa atividade. Somos uma categoria numerosa que opera em uma plataforma multibancos, onde são realizados financiamentos de veículos, imóveis, seguros, abertura de contas correntes e digitais de diversas instituições financeiras. Nosso papel é intermediar a relação entre o servidor e os bancos, com a mediação do Estado, dos municípios e da União”, esclareceu.

Segundo ele, os correspondentes estão ao lado dos servidores e não desejam que a atividade seja extinta, sendo que algumas instituições já paralisaram as atividades em diversos municípios. A proposta da categoria é aberta a debates e aprimoramentos de forma conjunta com os representantes das instituições públicas do Estado. Entre as sugestões, estão a redução escalonada da margem consignável de 60% do salário líquido do servidor para 35% em até três anos, portabilidade dos cartões consignados, visando ampliar o acesso ao crédito de forma mais justa e responsável.

“A mudança é necessária para garantir crédito consciente, sem comprometer a saúde financeira dos servidores. Queremos seguir com um trabalho digno, ético e combater o uso de crédito emergencial com juros abusivos”, acrescentou Dieberg. Wilson Santos afirmou que essa proposta é uma das que poderão ser incorporada ao processo de reformulação da legislação, com base no diálogo e nas investigações em andamento, que devem comprovar os danos sofridos pelos servidores.

“Ficamos impactados com os documentos e relatos que indicam que muitos servidores, em um momento de endividamento extremo, foram vítimas de práticas abusivas por parte de instituições financeiras. Muitos sequer tiveram acesso aos contratos ou informações claras sobre as taxas e parcelas contratadas”, afirmou. Ele também ressaltou que o Banco do Brasil é a única instituição com acesso direto à folha de pagamento dos servidores públicos estaduais e, também, obteve informações que dão conta de que a instituição estaria vendendo produtos como antecipação de 13º salário e férias, com desconto direto em conta e não na folha, o que permitiria a aplicação de taxas mais elevadas do que a de mercado.

“A Assembleia Legislativa, como poder independente, autônomo e transparente, está abrindo espaço para todas as partes interessadas contribuírem com documentos, relatos e propostas. Já chegamos à metade do que esse tema pode revelar para a sociedade mato-grossense. Trata-se de um tema robusto, complexo, que envolve bilhões de reais e que precisa de apuração aprofundada. Há versões conflitantes e muitos dados desencontrados. Agora, o caso também está sendo acompanhado pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, além da Polícia Federal e delegacias especializadas”, finalizou.

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sérgio Ricardo, reforçou o comprometimento da instituição com a apuração dos fatos em conjunto com a Assembleia Legislativa. Ele informou que uma plataforma foi disponibilizada para que os 28 bancos autorizados a realizar empréstimos consignados, 12 a operar com cartão de crédito consignado e 25 com cartão de benefício – apresentem até o dia 30 de junho todos os contratos firmados com os servidores públicos estaduais, nos moldes dos convênios firmados com a Seplag. “Estamos trabalhando em conjunto com a Assembleia. O servidor tem urgência e precisamos agir, pois há instituições agindo de má-fé”, declarou.

Wilson Santos anunciou que, em decorrência dos debates realizados, apresentará dois requerimentos, nesta quarta-feira (18), durante sessão plenária da Assembleia Legislativa, sendo um para convocar o superintendente do Banco do Brasil em Mato Grosso, Max Rodrigo Sponchiado, a fim de prestar esclarecimentos sobre os empréstimos consignados contratados pelos servidores estaduais. Já o outro documento, será para a secretária adjunta de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Cristiane Vaz dos Santos Souza, apresentar as principais denúncias já recebidas pela entidade diante dos empréstimos consignados.

Fonte: ALMT – MT

Líder Dilmar Dal’Bosco empenha mais de R$ 12 milhões e já pagou R$ 10,5 mi de suas emendas, deixando liderados comendo poeira

O líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Dilmar Dal’Bosco (União Brasil), está atropelando a tropa e batendo recordes quando o assunto é emenda parlamentar. Só em 2025, já teve empenhados R$ 12.314.402,00 em recursos públicos – um desempenho muito acima da média dos colegas de parlamento. E o que chama ainda mais atenção: desse total, R$ 10.515.000,00 já foram efetivamente pagos, colocando Dilmar no topo da fila enquanto muitos dos seus liderados ainda esperam os repasses.

A movimentação é sintomática do atual momento político: reta final de governo, caixa apertado e uma corrida desenfreada para garantir recursos antes que o cenário mude. Enquanto isso, o líder do governo demonstra habilidade para não apenas articular, mas também se blindar politicamente com a liberação expressiva de recursos. Em bom português: Dilmar Dal’Bosco saiu na frente e está deixando os demais comendo poeira, num salve-se quem puder típico de fim de mandato.

Michele Alencar propõe R$ 1,2 milhão para remédio que nem sabe pronunciar o nome enquanto falta até Dipirona na saúde de Cuiabá

A vereadora Michele Alencar, conhecida nos corredores da política cuiabana como “Abilhete” por sua defesa cega do prefeito Abílio Brunini, protagonizou mais um episódio constrangedor ao anunciar, com entusiasmo digno de campanha eleitoral, uma emenda de R$ 1,2 milhão para a compra do medicamento Mounjaro — que ela sequer consegue pronunciar corretamente. Além de expor seu desconhecimento sobre políticas públicas de saúde, a proposta ignora que o remédio sequer faz parte da lista oficial do SUS, cuja inclusão exige aprovação técnica, critérios legais e análise de custo-efetividade pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). A ideia é tecnicamente inviável e politicamente oportunista, feita sob medida para “lacrar” no Instagram, não para resolver os dramas reais da população.

Enquanto Michele faz marketing com um remédio de uso privado, Cuiabá enfrenta um caos na saúde pública. Nas unidades básicas, falta o essencial: Dipirona, Amoxicilina, Metformina e até Enalapril, remédio fundamental para controle da hipertensão. Segundo relatório do Ministério Público Estadual, mais de 1 milhão de comprimidos desse último foram jogados fora por falhas grosseiras na distribuição. Em vez de cobrar a gestão desastrosa do prefeito que ela tanto protege, a vereadora prefere se agarrar a propostas midiáticas. Seu maior feito nos cinco anos de mandato segue sendo um vídeo em que dança a “sarradinha” no plenário — imagem que, infelizmente, resume bem a profundidade de sua atuação parlamentar.

Com dados de 2024, Cuiabá é destaque nacional: 8ª em inserção econômica e 10ª em inovação entre as capitais do Brasil!

Cuiabá está brilhando no cenário nacional! Segundo o Ranking de Competitividade dos Municípios 2024, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), a capital mato-grossense figura entre as melhores do Brasil: 8ª colocada em inserção econômica e 10ª em inovação e dinamismo econômico entre todas as capitais. Os dados levam em conta indicadores como geração de empregos formais, formalização no mercado de trabalho, PIB per capita, crédito, renda média e investimento em ciência e tecnologia.

Esse resultado é fruto de um ciclo virtuoso vivido pela cidade nos últimos quatro anos, marcado por crescimento, modernização e inclusão produtiva. Cuiabá está se consolidando como uma capital vibrante, empreendedora e inovadora — uma cidade que gera oportunidades reais para seu povo e que vem conquistando, com trabalho e ousadia, seu espaço entre as mais promissoras do Brasil!