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Abílio demite garis, diz que não encontra mão de obra e agora promete contratar robôs para varrer Cuiabá

A limpeza urbana de Cuiabá virou símbolo do descompasso administrativo da gestão Abílio Brunini. Após o desligamento em massa de trabalhadores que atuavam na varrição da cidade durante a reestruturação da antiga Secretaria de Serviços Públicos, hoje Limpurb, a prefeitura admite dificuldade para recompor as equipes. O prefeito passou então a justificar o abandono visível das ruas alegando falta de mão de obra — argumento que não se sustenta numa cidade onde há trabalhadores disponíveis e empresas prontas para prestar o serviço. O problema não é ausência de gente disposta a trabalhar; é a incapacidade da gestão em organizar contratos, licitações e cronogramas operacionais.

Como se não bastasse, Abílio declarou que, se não conseguir contratar pessoal, estudará a contratação de robôs para varrer a capital. A fala, em vez de sinalizar modernização, expõe improviso e desconexão com a realidade urbana. Enquanto bairros acumulam lixo, mato alto e pontos críticos de sujeira, a prefeitura ainda não conseguiu estruturar o básico — a limpeza cotidiana. Um ano após assumir o cargo, o prefeito segue transferindo responsabilidades para soluções fantasiosas, quando o que Cuiabá precisa é gestão concreta, planejamento técnico e execução eficiente.

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