O secretário de Finanças de Cuiabá, Marcelo Eduardo Bussiki, protagonizou uma das cenas mais vergonhosas da atual gestão ao rir cinicamente da piada ofensiva feita pelo prefeito Abílio Brunini sobre os professores, dividindo-os entre “de direita e de esquerda”. O episódio ocorreu logo após o escândalo do “Pix humilhante” de R$ 200 e do cancelamento do feriado do Dia do Professor, quando a categoria foi obrigada a trabalhar num dia que deveria ser de descanso e valorização. Com um sorriso debochado e expressão de quem zomba da classe trabalhadora, Bussiki mostrou total desprezo por quem educa os filhos de Cuiabá.
O mais revoltante é que Marcelo Bussiki é servidor de carreira do Tribunal de Contas do Estado, cedido à Prefeitura “com ônus para os cofres municipais” — ou seja, pago com o dinheiro do contribuinte. Somando salário, cargo comissionado e verba indenizatória, o secretário embolsa R$ 63.641,55 brutos por mês. Um verdadeiro marajá do Alencastro, que gargalha enquanto os professores são humilhados com migalhas e promessas vazias de um governo raso, sem empatia e sem conteúdo.






