O prefeito Abílio Brunini é hoje o retrato da incoerência administrativa. Enquanto repete o discurso de “calamidade financeira” para justificar cortes e atrasos, ele age na contramão da responsabilidade pública: criou um Pix de R$ 200 para os professores — uma medida improvisada, sem base técnica e com evidente cunho político — e ainda montou uma nova secretaria com três secretários, multiplicando cargos e despesas para atender a interesses pessoais e de aliados.
As decisões expõem o completo desequilíbrio e despreparo do prefeito, que parece governar sem rumo, movido por impulsos e redes sociais. Em vez de planejar, improvisa; em vez de economizar, gasta; em vez de respeitar os servidores, tenta calá-los com migalhas. Quase um ano depois de assumir, Abílio mostra que não tem coerência, nem comando — apenas um governo perdido em contradições e molecagens.


