O promotor aposentado Ludgero Francisco Sabella, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), pediu ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que o “auxílio-acervo” — popularmente chamado de auxílio-pijama, no valor de R$ 17 mil , seja estendido também aos inativos. O benefício é pago desde 2015 a membros da ativa por acúmulo de processos. Sabella, que em outubro recebeu R$ 68,9 mil brutos, incluindo auxílio-saúde e penduricalhos, afirmou durante sustentação oral que os aposentados estão sendo “abandonados” e “descartados” pelo órgão. Segundo ele, não busca elevar a própria remuneração, mas “ordenar a despesa de forma justa e igualitária”.


